O ressurgimento do Sagrado Feminino nos traz uma nova visão espiritual. A espiritualidade centrada no culto à Deusa implica no respeito à natureza e à vida em todos as suas manifestações, no cultivo da compaixão e aceitação nossa e dos outros, no reconhecimento da intuição e sabedoria existentes em todas nós.
Para sentir o poder da Deusa, comece a perceber o sagrado em tudo que a cerca, em cada dia, em cada lugar. Talvez precise de algum tempo para notar e experimentar conscientemente momentos, vivências, encontros, que antes passavam de forma fugaz sem que você percebesse o seu valor. Adquirindo uma nova consciência a sua vida torna-se mais rica, um acontecimento ou encontro não mais é algo ao acaso, as “coincidências” passam a ser facetas da sincronicidade cósmica.
A mulher tem um enorme poder dentro de si. Não é o poder sobre alguém ou contra alguém, é o seu poder inato e ancestral, a sua intuição, percepção, compreensão, compaixão, criatividade, amor e conexão consigo mesma, com os outros, com o Divino.
Nas antigas tradições e culturas o poder criativo e renovador da Deusa eram o símbolo da própria vida, a Terra e a mulher eram consideradas sagradas sendo suas representações. Nos cultos e mistérios femininos honravam-se os ciclos eternos que marcavam a vida do renascimento à morte, e desta para um novo início através do renascimento. Vida e morte eram interligadas de forma misteriosa e divina, competindo às mulheres as tarefas de recepcionar e cuidar da vida (parteiras, mães, curandeiras), assistir e auxiliar as transições (xamãs e sacerdotisas) e servir como intermediarias entre o humano e o divino (profetizas, oráculos).
O poder da Deusa possibilita a expansão do potencial emocional, mental, criativo e espiritual inatos em cada mulher. O poder da mulher está na sua sabedoria, a compreensão intuitiva, imparcial e sábia dos processos e das surpresas da vida. Nem toda mulher pode ser jovem, bonita, culta, rica, mas todas as mulheres podem se tornar sábias, permanecendo serenas no meio do tumulto.
As mulheres que almejam o poder da Deusa cultivam uma forma diferente de espiritualidade, buscando expandir sua consciência, honrando a vida em tudo ao seu redor e transformando o mundano em sagrado. A chave para a transformação espiritual é o enriquecimento e o aprofundamento de sua vida interior, podendo assim acessar e confiar no seu Eu.
Para nutrir e embelezar nossas vidas podemos usar inúmeros recursos, simples ou elaborados, como alguns dos seguintes:
1. Crie um espaço sagrado no seu lar, não somente através de um altar, mas usando sua inspiração, imaginação e amorosidade para que todos se sintam bem, protegidos, nutridos e amados;
2. Crie momentos sagrados para si mesma ou compartilhando-os com amigos e familiares, caminhando na natureza, ouvindo música suave, jantando a luz de velas, lendo textos que nutram a alma, enriqueça a sua mente e elevem o espírito;
3. Entre em comunhão com a natureza, honrando a Deusa em todos os seus aspectos e manifestações. Não basta encher sua casa de plantas se você não entrar em contato real e profundo com a terra, a chuva, o vento, as nuvens, o Sol, a Lua, os animais, seus irmãos de criação;
4. Respire e consagre seu corpo como a morada da sua alma durante esta encarnação. Procure viver de forma saudável, fazendo suas opções com consciência, sem se agredir e sem culpar ou aos outros pelos seus problemas ou compulsões. Coma bem para viver melhor. Observe suas fugas e compensações, cuide da sua “criança” carente ou ferida ajudando-a a crescer, curando-a com amor e dando-lhe os meios adequados para se tornar forte e auto-suficiente;
5. Manifeste sua criatividade, escreva, borde, pinte, desenhe, faça colagens, modele argila, cante, recite, dance, aprenda algo novo, componha um poema ou canção, faça pão, comece um diário de sonhos. A mulher que não dá vazão construtiva à sua imensa capacidade criativa pode torná-la em energia destrutiva contra si ou contra os outros;
6. Coloque em prática os ensinamentos espirituais. Não se contente em ler inúmeros livros ou participar de cursos se você não pratica aquilo que aprendeu. Para mudar, precisa viver de forma consciente, reconhecer e transmutar seus pensamentos negativos e ser sincera nas avaliações suas e dos outros. Todas as experiências dolorosas da vida são aprendizados cujas lições podem contribuir para sua transformação. Algumas mensagens levam momentos para serem assimilados, outras, meses ou anos. Quando começar a compreender o significado dos acontecimentos da sua vida, você começou a crescer de fato e assim poderá abrir novas portas na sua vida, se usar a chave certa;
7. Encontre o equilíbrio entre o falar e o silenciar, se movimentar ou se aquietar. Procure se relacionar com pessoas que compartilham das mesmas buscas e que têm o mesmo nível vibratório. Participe de círculos de mulheres em que possa encontrar apoio para a sua jornada espiritual, em que possa confiar para expressar suas dores ou suas conquistas. Celebre a Deusa sozinha ou em grupo, encontrando assim a verdadeira fonte de seu poder, da sua cura e transformação. Cultive a Deusa dentro de você reconhecendo a sacralidade do seu corpo, da sua mente, das suas emoções, da sua vida. E ao reconhecer a Deusa dentro de si, você se tornará uma com Ela.
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
terça-feira, 11 de setembro de 2012
Impacto em Júpiter 10 de setembro de 2012
Impacto em Júpiter foi detectado em 10 de setembro de 2012 por um astrônomo amador Dan Peterson Racine Texas foi o primeiro a detectar a anomalia com um Meade LX200 12 e outro astrônomo amador também de Dallas, George Hall era capaz de capturar o momento em vídeo impacto sobre o planeta gigante em nosso sistema solar, é apenas uma gravação de vídeo de 1,5 segundos foi tudo que levou para o evento astronômico, mas não menos espetacular.
De acordo com especialistas, parece que Júpiter impactos muitas vezes recebem, muitas vezes, é o que acontece quando um planeta está perto do cinturão de asteróides e tem uma força gravitacional que o planeta Júpiter. Como especialistas explicam que a causa mais provável é um pequeno cometa ou asteróide que entrou no planeta gigante.
Em 2010 e identificados vários impactos em Júpiter nos meses de junho e agosto mostrando que costumam receber esses impactos muito mais freqüentemente do que eles pensavam.
Como sempre, existem teorias como pseudociência possibilidade preocupado em outra coisa, como uma tempestade e não vi nada de penetrar a atmosfera do planeta e parece que o impacto como o flash não é devido a uma pequena pedra como dizem os cientistas, mas sim tem de lidar com uma grande rocha ou algo explodindo no interior do planeta como um raio gigante para ser visto por telescópios da Terra.
De qualquer forma, os cientistas começaram a investigar a zona de impacto para detectar resíduos no processo em causa um impacto em Júpiter, por vezes, são restos de detritos que podem ser observadas, mas outras vezes não é detectado nenhum sinal do impacto porque o planeta enorme parece que engole quase tudo.
As imagens deste impacto em Júpiter último dia 10 de setembro de 2012 são espetaculares como os outros em 2010, mas a coisa surpreendente sobre este novo evento astronômico é que ninguém esperava.
De acordo com especialistas, parece que Júpiter impactos muitas vezes recebem, muitas vezes, é o que acontece quando um planeta está perto do cinturão de asteróides e tem uma força gravitacional que o planeta Júpiter. Como especialistas explicam que a causa mais provável é um pequeno cometa ou asteróide que entrou no planeta gigante.
Em 2010 e identificados vários impactos em Júpiter nos meses de junho e agosto mostrando que costumam receber esses impactos muito mais freqüentemente do que eles pensavam.
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| Dimensões de escala da Terra para o planeta Júpiter. |
De qualquer forma, os cientistas começaram a investigar a zona de impacto para detectar resíduos no processo em causa um impacto em Júpiter, por vezes, são restos de detritos que podem ser observadas, mas outras vezes não é detectado nenhum sinal do impacto porque o planeta enorme parece que engole quase tudo.
As imagens deste impacto em Júpiter último dia 10 de setembro de 2012 são espetaculares como os outros em 2010, mas a coisa surpreendente sobre este novo evento astronômico é que ninguém esperava.
Oração Lakota
Wakan Tanka, Grande Mistério,
ensine-me a confiar
em meu coração,
em minha mente,
em minha intuição,
em minha sabedoria interna,
nos sentidos de meu corpo,
nas bênçãos do meu espírito.
Ensine-me a confiar nestas coisas,
para que possa entrar em meu Espaço Sagrado
e amar além do meu medo,
e assim Caminhar com Beleza
com a passagem de cada Sol glorioso.
De acordo com o Povo Nativo,
o Espaço Sagrado é o espaço entre a exalação e a inspiração.
Caminhar em com Beleza é ter o Céu (espiritualidade) e a Terra (físico) em Harmonia
Tradução: Gabriel Mallet Meissner
Voz Interior
Fazendo uma retrospectiva histórica e mitológica do papel da mulher ao longo dos tempos, constatamos seu papel milenar como mediadora entre os planos divino e humano. Desde os primórdios da humanidade, coube às mulheres a responsabilidade de perceber os avisos, os sinais e as manifestações sobrenaturais e transmiti-los à comunidade.
Durante os milênios em que Deus foi Mulher, as mulheres, as representantes da Deusa na Terra, foram respeitadas por seu poder de conceber e nutrir a vida e por sua profunda conexão com os planos sutis.
As mulheres eram regidas pela Lua e a ela estavam conectadas por meio de seus ciclos menstruais. Considerada uma representação da Deusa, a Lua era honrada pelas mulheres por meio de reuniões, em sua fase menstrual, nas quais dedicavam-se à introspecção, ao silêncio, à cura e à conexão com o divino. Esse retiro visava não somente a renovação e o fortalecimento pessoal, mas era também uma oportunidade de trabalhar em benefício da comunidade.
A percepção sutil intrínseca à natureza feminina tornava-se muito mais ampla e aguçada durante a menstruação, permitindo às mulheres atravessarem mais facilmente os véus que separam os mundos. Ao retornarem de seu isolamento, as mulheres traziam mensagens e orientações dos ancestrais, dos seres da natureza e da Deusa, sendo assim reconhecidas e honradas como porta-vozes do além.
Nas culturas matriarcais do período neolítico, a mulher continuava desempenhando sua função de intermediária entre o sagrado e o profano, fosse como sacerdotisa, profetisa ou visionária.
Ao visitar lugares sagrados em Malta, Sicília, Creta e Grécia, pode-se comprovar a existência de inúmeras câmaras oraculares, de nichos para sonhos incubatórios e de janelas especiais nas paredes dos inúmeros templos, onde a comunidade ia para ouvir a voz da Deusa manifestada em suas sacerdotisas.
Localizado na Grécia, em Delphi, o mais famoso oráculo do mundo antigo era dedicado a Python, a grande serpente sagrada, filha da Terra que personificava o espírito profético de Gaia. Lá, após rigorosas purificações e preparações, as sacerdotisas oraculares, chamadas pitonisas entravam em transe e transmitiam as mensagens para todos aqueles que as procuravam. Mesmo após a usurpação do templo pelos sacerdotes de Apollo, o oráculo continuou sendo atributo das sacerdotisas, pois Python transmitia seus segredos apenas às mulheres.
Com o advento das sociedades patriarcais, as mulheres perderam seus direitos, sendo dominadas, subjugadas e silenciadas. No Império Romano, as mulheres ainda desempenhavam funções sacerdotais, mas foram excluídas da vida social, não tendo permissão para estudar ou para falar em público. A educação era reservada apenas às cortesãs, para que pudessem entreter os homens com sua erudição. O cristianismo, por meio de seus dogmas, proscrições e proibições, marginalizou e aniquilou definitivamente os valores femininos, excluindo as mulheres do sacerdócio, relegando-as às funções procriadoras e ao serviço do lar, da família e da comunidade.
Por não ter sido criada à imagem e semelhança de deus, mas da costela do homem, por ter tentado comer da Árvore do Conhecimento e por ter sido castigada com a expulsão do paraíso, a mulher tornou-se a origem de todos os males infligidos à humanidade, a fonte do pecado, do mal e da luxúria.
A conseqüência foi sua total desconsideração, passando a ser julgada incapaz de pensar e proibida de falar. A repressão religiosa, familiar e social colocou vendas nos olhos e mordaças na boca das mulheres, que, outrora, representavam a origem da vida e a fonte da sabedoria.
Após os horrores da Inquisição, as mulheres levaram ainda alguns séculos para emergir da escuridão, até que, no início do século passado, conseguiram recuperar o direito de falar, trabalhar e votar. O século XX pode ser considerado a retificação dos dezenove séculos de opressão e silêncio forçado, facilitando a compreensão do movimento feminista como um pêndulo oscilando entre dois extremos.
Ávidas por expressão, as mulheres foram à luta na tentativa de recuperar o tempo perdido. Hoje ninguém mais duvida de sua capacidade, seja na área social, política, econômica ou científica, seja na área literária, artística, terapêutica ou mística. Pagando o alto preço da jornada dupla ou tripla de trabalho, a mulher saiu do anonimato e está conquistando um lugar ao sol, competindo de igual para igual com os homens. E é neste ponto que o pêndulo perde seu equilíbrio: as mulheres, ao assumir características que não são intrínsecas à sua natureza, imitando o comportamento e apropriando-se dos valores ou do linguajar masculino, exageram sua auto-afirmação e querem ser ouvidas a qualquer custo.
Talvez por isso a mulher fale demais, esquecendo-se que somente no silêncio pode ser ouvida sua voz interior; que sua força não vem da agressividade ou da combatividade, mas sim da compreensão, da sensibilidade, da criatividade, da ponderação e da sabedoria. Por mais que o mundo exterior a solicite, pressione ou agrida, a mulher moderna precisa relembrar como se proteger e como se fortalecer, buscando dentro de si seu verdadeiro eu, ouvindo sua sabedoria inata e expressando, com convicção e competência, seu potencial de maga: saber, querer, ousar... e calar.
Durante os milênios em que Deus foi Mulher, as mulheres, as representantes da Deusa na Terra, foram respeitadas por seu poder de conceber e nutrir a vida e por sua profunda conexão com os planos sutis.As mulheres eram regidas pela Lua e a ela estavam conectadas por meio de seus ciclos menstruais. Considerada uma representação da Deusa, a Lua era honrada pelas mulheres por meio de reuniões, em sua fase menstrual, nas quais dedicavam-se à introspecção, ao silêncio, à cura e à conexão com o divino. Esse retiro visava não somente a renovação e o fortalecimento pessoal, mas era também uma oportunidade de trabalhar em benefício da comunidade.
A percepção sutil intrínseca à natureza feminina tornava-se muito mais ampla e aguçada durante a menstruação, permitindo às mulheres atravessarem mais facilmente os véus que separam os mundos. Ao retornarem de seu isolamento, as mulheres traziam mensagens e orientações dos ancestrais, dos seres da natureza e da Deusa, sendo assim reconhecidas e honradas como porta-vozes do além.
Nas culturas matriarcais do período neolítico, a mulher continuava desempenhando sua função de intermediária entre o sagrado e o profano, fosse como sacerdotisa, profetisa ou visionária.
Ao visitar lugares sagrados em Malta, Sicília, Creta e Grécia, pode-se comprovar a existência de inúmeras câmaras oraculares, de nichos para sonhos incubatórios e de janelas especiais nas paredes dos inúmeros templos, onde a comunidade ia para ouvir a voz da Deusa manifestada em suas sacerdotisas.
Localizado na Grécia, em Delphi, o mais famoso oráculo do mundo antigo era dedicado a Python, a grande serpente sagrada, filha da Terra que personificava o espírito profético de Gaia. Lá, após rigorosas purificações e preparações, as sacerdotisas oraculares, chamadas pitonisas entravam em transe e transmitiam as mensagens para todos aqueles que as procuravam. Mesmo após a usurpação do templo pelos sacerdotes de Apollo, o oráculo continuou sendo atributo das sacerdotisas, pois Python transmitia seus segredos apenas às mulheres.
Com o advento das sociedades patriarcais, as mulheres perderam seus direitos, sendo dominadas, subjugadas e silenciadas. No Império Romano, as mulheres ainda desempenhavam funções sacerdotais, mas foram excluídas da vida social, não tendo permissão para estudar ou para falar em público. A educação era reservada apenas às cortesãs, para que pudessem entreter os homens com sua erudição. O cristianismo, por meio de seus dogmas, proscrições e proibições, marginalizou e aniquilou definitivamente os valores femininos, excluindo as mulheres do sacerdócio, relegando-as às funções procriadoras e ao serviço do lar, da família e da comunidade.
Por não ter sido criada à imagem e semelhança de deus, mas da costela do homem, por ter tentado comer da Árvore do Conhecimento e por ter sido castigada com a expulsão do paraíso, a mulher tornou-se a origem de todos os males infligidos à humanidade, a fonte do pecado, do mal e da luxúria.
A conseqüência foi sua total desconsideração, passando a ser julgada incapaz de pensar e proibida de falar. A repressão religiosa, familiar e social colocou vendas nos olhos e mordaças na boca das mulheres, que, outrora, representavam a origem da vida e a fonte da sabedoria.
Após os horrores da Inquisição, as mulheres levaram ainda alguns séculos para emergir da escuridão, até que, no início do século passado, conseguiram recuperar o direito de falar, trabalhar e votar. O século XX pode ser considerado a retificação dos dezenove séculos de opressão e silêncio forçado, facilitando a compreensão do movimento feminista como um pêndulo oscilando entre dois extremos.
Ávidas por expressão, as mulheres foram à luta na tentativa de recuperar o tempo perdido. Hoje ninguém mais duvida de sua capacidade, seja na área social, política, econômica ou científica, seja na área literária, artística, terapêutica ou mística. Pagando o alto preço da jornada dupla ou tripla de trabalho, a mulher saiu do anonimato e está conquistando um lugar ao sol, competindo de igual para igual com os homens. E é neste ponto que o pêndulo perde seu equilíbrio: as mulheres, ao assumir características que não são intrínsecas à sua natureza, imitando o comportamento e apropriando-se dos valores ou do linguajar masculino, exageram sua auto-afirmação e querem ser ouvidas a qualquer custo.
Talvez por isso a mulher fale demais, esquecendo-se que somente no silêncio pode ser ouvida sua voz interior; que sua força não vem da agressividade ou da combatividade, mas sim da compreensão, da sensibilidade, da criatividade, da ponderação e da sabedoria. Por mais que o mundo exterior a solicite, pressione ou agrida, a mulher moderna precisa relembrar como se proteger e como se fortalecer, buscando dentro de si seu verdadeiro eu, ouvindo sua sabedoria inata e expressando, com convicção e competência, seu potencial de maga: saber, querer, ousar... e calar. Inveja
Quando alguém que não tem sua auto-estima fortalecida, se compara com outro, surge nela um sentimento negativo, desesperador, visto que sempre haverá em algum aspecto, pessoas melhores do que nós.
Devemos compreender que cada pessoa tem seu jeito de ser, seu ritmo de viver, um caminho a trilhar. Não estamos nesta vida para sermos melhores ou piores do que ninguém, mas sim, para realizar o potencial que existe em cada um de nós. Sermos sempre melhores comparados com nós mesmos.
Claro que alguém irá dizer...
Mas como sabermos se somos melhores sem um parâmetro de comparação?
Não necessitamos de um padrão de comportamento com todas as características que definiriam o que é ser bem sucedido para aí sim podermos alcançá-lo.
No caso concordaria, mas teria a certeza de que esta comparação com o outro para ser válida, teria de nos levar a um aprendizado.
Comparar-se com o outro de forma sadia, é aprender com o outro e isto se chama
Admiração.
Por isto dizerem que no fundo de todo sentimento de inveja, existe o sentimento de admiração, pois a inveja nada mais é do que a admiração pelo outro aliado à decepção com nós mesmos.
Por isto o invejoso busca diminuir o seu objeto de admiração, pois na incapacidade de aprender com ele, ser como ele, ela simplesmente opta por destruí-lo, ficando assim, ambos no mesmo plano...
Pequeno...
Miúdo...
Rasteiro.
Devemos compreender que cada estrela tem seu brilho e que cada um de nós é uma estrela.
Feliz daquele que se alegra com a alegria do outro, pois não se sente frustrado como o invejoso, que tenta roubar a alegria do outro, como os planetas roubam a luz das estrelas. Além do que, não se resolve a tristeza consigo mesmo, torcendo pela tristeza do outro.
Não se dissipa as limitações com as limitações do outro.
Daí acreditar que devemos ser padrões de nós mesmos para podermos encontrar a alegria de sermos o que somos e saber que poderemos ser muito mais.
Devemos compreender que cada pessoa tem seu jeito de ser, seu ritmo de viver, um caminho a trilhar. Não estamos nesta vida para sermos melhores ou piores do que ninguém, mas sim, para realizar o potencial que existe em cada um de nós. Sermos sempre melhores comparados com nós mesmos.
Claro que alguém irá dizer...
Mas como sabermos se somos melhores sem um parâmetro de comparação?
Não necessitamos de um padrão de comportamento com todas as características que definiriam o que é ser bem sucedido para aí sim podermos alcançá-lo.
No caso concordaria, mas teria a certeza de que esta comparação com o outro para ser válida, teria de nos levar a um aprendizado.
Comparar-se com o outro de forma sadia, é aprender com o outro e isto se chama
Admiração.
Por isto dizerem que no fundo de todo sentimento de inveja, existe o sentimento de admiração, pois a inveja nada mais é do que a admiração pelo outro aliado à decepção com nós mesmos.
Por isto o invejoso busca diminuir o seu objeto de admiração, pois na incapacidade de aprender com ele, ser como ele, ela simplesmente opta por destruí-lo, ficando assim, ambos no mesmo plano...
Pequeno...
Miúdo...
Rasteiro.
Devemos compreender que cada estrela tem seu brilho e que cada um de nós é uma estrela.
Feliz daquele que se alegra com a alegria do outro, pois não se sente frustrado como o invejoso, que tenta roubar a alegria do outro, como os planetas roubam a luz das estrelas. Além do que, não se resolve a tristeza consigo mesmo, torcendo pela tristeza do outro.
Não se dissipa as limitações com as limitações do outro.
Daí acreditar que devemos ser padrões de nós mesmos para podermos encontrar a alegria de sermos o que somos e saber que poderemos ser muito mais.
O Ovo

O ovo é um símbolo que praticamente explica-se por si mesmo. Ele contém o germe, o fruto da vida, que representa o nascimento, o renascimento, a renovação e a criação cíclica. De um modo simples, podemos dizer que é o símbolo da vida.
Na cosmologia da Deusa o ovo é um símbolo universal da criação do mundo pela Grande Mãe, manifestada como uma Deusa Pássaro.
Os antigos egípcios consideravam o Sol como o ovo dourado posto pela deusa Hathor, na sua manifestação como A Gansa do Nilo. Nos rituais egípcios o próprio universo era visto como o ovo cósmico criado no início dos tempos.
Os mitos gregos associavam diversas deusas com o ovo cósmico, por exemplo, Leto, que chocou um ovo misterioso do qual nasceram Apollo, representando o Sol, e Ártemis simbolizando a Lua.
O historiador Hesíodo relata como a Mãe da Noite, que antecedeu à criação e gerou todos os deuses, criou o Ovo do Mundo e de suas metades surgiram o céu e a Terra.
Em outra versão, deste ovo surgiu Eros, que colocou o universo em movimento e contribuiu para a proliferação da vida.
Para os hindus o ovo cósmico é posto por um enorme pássaro dourado, enquanto no mito de criação finlandês, a deusa Ilmatar, a Criadora que flutuava sobre as águas primordiais, abrigou sobre seu ventre um ovo posto por um grande pássaro e que, ao quebrar, formou o céu e a Terra.
Os ovos são símbolos da Lua, da Terra, da criação, do nascimento e da renovação. A iniciação nos Mistérios Femininos é vista como um renascimento, análogo ao ato de sair da casca. O círculo, a elipse, o ovo, o ventre grávido são símbolos da plenitude misteriosa da gestação e da criação. O centro de um círculo é um espaço protegido e seguro, semelhante à escuridão do ventre e do ovo.
Inúmeras estatuetas representam as deusas neolíticas associadas com a Lua ou o ovo. No folclore de vários povos europeus existem crenças ligadas ao ovo, considerados símbolos de fertilidade, humana ou animal. Até o século 17 na França, a noiva devia quebrar um ovo na soleira da sua casa para assegurar sua fecundidade. Os antigos eslavos e alemães untavam seus arados antes da Páscoa com uma mistura de ovos, farinha, vinho e pão, para atrair assim abundância para as colheitas. Usavam-se ovos também nas oferendas para os mortos, colocados juntos deles no caixão ou sobre os túmulos. Os judeus da Galícia consumiam ovos cozidos ao retornarem dos enterros pra retirar as energias negativas. Na Noite de Walpurgis, nas montanhas Harz da Alemanha, consideradas local de reunião das bruxas, os casais enfeitados com guirlandas de flores dançavam ao redor de árvores decoradas com folhagens, fitas e ovos tingidos de vermelho e amarelos.
Na Romênia, Rússia e Grécia ovos cozidos ou esvaziados do seu conteúdo são até hoje decorados com motivos tradicionais, dados de presente ou usados em competições no domingo da Páscoa. Ganhava aquele que conseguia quebrar os ovos dos concorrentes batendo de leve neles, mas sem rachar o seu. Os romanos destruíam as cascas dos ovos que eles tinham comido para evitar que fossem feitos feitiços com eles.
A presença de ovos nos sonhos deu margem a variadas interpretações, os que apareciam inteiros prenunciavam boa sorte, casamento, gravidez ou herança; se fossem quebrados anunciavam brigas, perdas e separações. A divinação com ovo, chamada de ovomancia, era praticada pelas mulheres européias nos Sabbats Samhain, Yule ou Litha, deixando cair em um copo com água a clara e fazendo vaticínios pelas formas criadas.
Resquícios do mito da deusa celta Ostara, padroeira da fertilidade e renovação da Natureza celebrada no Equinócio da primavera, permaneceram nas crenças populares e persistem até os dias de hoje, apesar das pessoas desconhecerem sua origem. Os símbolos de Ostara eram o ovo e a lebre, sem relação entre si, mas ambos significadores de criação e proliferação. Com o passar do tempo, surgiram os contos do Coelho da Páscoa e a sua inexplicável associação para os leigos com a festa cristã e os ovos de chocolate.
Os antigos egípcios consideravam o Sol como o ovo dourado posto pela deusa Hathor, na sua manifestação como A Gansa do Nilo. Nos rituais egípcios o próprio universo era visto como o ovo cósmico criado no início dos tempos.
Os mitos gregos associavam diversas deusas com o ovo cósmico, por exemplo, Leto, que chocou um ovo misterioso do qual nasceram Apollo, representando o Sol, e Ártemis simbolizando a Lua.
O historiador Hesíodo relata como a Mãe da Noite, que antecedeu à criação e gerou todos os deuses, criou o Ovo do Mundo e de suas metades surgiram o céu e a Terra.
Em outra versão, deste ovo surgiu Eros, que colocou o universo em movimento e contribuiu para a proliferação da vida.
Para os hindus o ovo cósmico é posto por um enorme pássaro dourado, enquanto no mito de criação finlandês, a deusa Ilmatar, a Criadora que flutuava sobre as águas primordiais, abrigou sobre seu ventre um ovo posto por um grande pássaro e que, ao quebrar, formou o céu e a Terra.
Os ovos são símbolos da Lua, da Terra, da criação, do nascimento e da renovação. A iniciação nos Mistérios Femininos é vista como um renascimento, análogo ao ato de sair da casca. O círculo, a elipse, o ovo, o ventre grávido são símbolos da plenitude misteriosa da gestação e da criação. O centro de um círculo é um espaço protegido e seguro, semelhante à escuridão do ventre e do ovo.
Inúmeras estatuetas representam as deusas neolíticas associadas com a Lua ou o ovo. No folclore de vários povos europeus existem crenças ligadas ao ovo, considerados símbolos de fertilidade, humana ou animal. Até o século 17 na França, a noiva devia quebrar um ovo na soleira da sua casa para assegurar sua fecundidade. Os antigos eslavos e alemães untavam seus arados antes da Páscoa com uma mistura de ovos, farinha, vinho e pão, para atrair assim abundância para as colheitas. Usavam-se ovos também nas oferendas para os mortos, colocados juntos deles no caixão ou sobre os túmulos. Os judeus da Galícia consumiam ovos cozidos ao retornarem dos enterros pra retirar as energias negativas. Na Noite de Walpurgis, nas montanhas Harz da Alemanha, consideradas local de reunião das bruxas, os casais enfeitados com guirlandas de flores dançavam ao redor de árvores decoradas com folhagens, fitas e ovos tingidos de vermelho e amarelos.Na Romênia, Rússia e Grécia ovos cozidos ou esvaziados do seu conteúdo são até hoje decorados com motivos tradicionais, dados de presente ou usados em competições no domingo da Páscoa. Ganhava aquele que conseguia quebrar os ovos dos concorrentes batendo de leve neles, mas sem rachar o seu. Os romanos destruíam as cascas dos ovos que eles tinham comido para evitar que fossem feitos feitiços com eles.
A presença de ovos nos sonhos deu margem a variadas interpretações, os que apareciam inteiros prenunciavam boa sorte, casamento, gravidez ou herança; se fossem quebrados anunciavam brigas, perdas e separações. A divinação com ovo, chamada de ovomancia, era praticada pelas mulheres européias nos Sabbats Samhain, Yule ou Litha, deixando cair em um copo com água a clara e fazendo vaticínios pelas formas criadas.
Resquícios do mito da deusa celta Ostara, padroeira da fertilidade e renovação da Natureza celebrada no Equinócio da primavera, permaneceram nas crenças populares e persistem até os dias de hoje, apesar das pessoas desconhecerem sua origem. Os símbolos de Ostara eram o ovo e a lebre, sem relação entre si, mas ambos significadores de criação e proliferação. Com o passar do tempo, surgiram os contos do Coelho da Páscoa e a sua inexplicável associação para os leigos com a festa cristã e os ovos de chocolate.Ervas ; saúde & magia
ABACATE - amor
AÇAFRÃO – Purificação, saúde, felicidade
ACÁCIA – proteção, contra pesadelos e proteção do sono
ACRIMÔNIA – dissolução de influências negativas e proteção.
AIPO - poderes mentais e psíquicos
ALECRIM - limpeza e concentração, calmante, adivinhação, estudos, cura, proteção, purificação
ALFAFA – prosperidade, dinheiro, felicidade
ALFAZEMA – calmante, estudos, purificação
ALHO – saúde, proteção
ALMÍSCAR - afrodisíaco, amor; Planeta: Vênus
AMÊNDOAS – dinheiro, prosperidade, sabedoria
AMORA – saúde, dinheiro, proteção
ANETO - sorte
ANGÉLICA – proteção, purificação, saúde, clarividência
ANIS ESTRELADO – adivinhação, purificação, sorte
ARNICA – clarividência
ARROZ - fertilidade
ARRUDA - proteção, limpeza, cura; purificação
ARTEMÍSIA - adivinhação, alteração da consciência.
ASSA-FÉTIDA – exorcismo, proteção
BABOSA – proteção, sorte e amor
BAMBU – realização de desejos
BARBATIMÃO – espiritualidade, purificação
BARDANA – saúde, proteção
BAUNILHA – amor, sedução
BETERRABA – amor.
BENJOIM – negócios, exorcismo; Planeta: Vênus
BOCA DE LEÃO - proteção
BRIÔNIA – dinheiro
CALÊNDULA – proteção, solução de problemas
CAMÉLIA – prosperidade, riqueza
CAMOMILA – dinheiro, amor, purificação
CANELA - negócios, bens materiais, amor, limpeza, energizar; sucesso, amor, proteção
CÂNFORA - desenvolvimento psíquico; clarividência, saúde
CARDAMOMO – sedução, amor
CARDO SANTO - cura
CARVALHO – fertilidade
CASCARA SAGRADA – problemas com a justiça, dinheiro e proteção
CAVALINHA – fertilidade
CEBOLA – proteção, saúde, dinheiro
CIPRESTE – longevidade, saúde
CRAVO – negócios, forças, energizar, amor, limpeza
DAMASCO – feitiços de amor
ERVA CIDREIRA – sucesso, amor
ERVA DOCE - proteção
EUCALIPTO - limpeza, atrair encantos, energizar, cura, saúde, proteção
FIGUEIRA – clarividência, fertilidade
FLOR DE MAÇÃ – calmante
FREIXO - adivinhação, cura, proteção, prosperidade
GENGIBRE – dinheiro e sucesso
GERGELIM – dinheiro
GINSENG – amor, realização de desejos, beleza, saúde, Proteção e poder
GIRASSOL – fertilidade
HERA – (planta não eficaz para os homens) proteção, amor, saúde
HORTELÃ – cura
JASMIM - melhorar humor, amor; calmante, cura
LARANJA – amor, dinheiro
LAVANDA – cura, amor.
LIMÃO - amor
LÓTUS - amor
LOURO – negócios, adivinhação, proteção, força, saúde
MAÇÃ – amor, atrair encantos, cura, imortalidade
MANJERICÃO – amor, purificação espiritual, proteção
MANDRÁGORA - fertilidade
MADRESSILVA – dinheiro
MARACUJÁ – paz, amizade
MIL FOLHAS – exorcismo, amor
MIRRA - boa sorte, espiritualidade, meditação, cura; proteção
MORANGO – amor, sorte
NARCISO – cura, sorte, fertilidade
NOZ MOSCADA – adivinhação, fertilidade
OLÍBANO – cura, purificação (resina chave)
OLIVEIRA – paz, fertilidade proteção
PATCHULI - clarividência
PINHO – atrair encantos, fertilidade
ROMÃ - fertilidade
ROSA - amor, espiritualidade, adivinhação, fertilidade
SABUGUEIRO - purificação
SÁLVIA – cura, feitiços, longevidade, sabedoria, realização de desejos
SÂNDALO - amor, adivinhação, purificação
SANGUE DE DRAGÃO – purificação
TRIGO – fartura, dinheiro, fertilidade,
URTIGA – exorcismo, proteção, saúde
UVA – fertilidade, dinheiro, fartura
VETVERT - comando; Planeta: Vênus
VERBENA – meditação, amor
VISGO – Proteção
VIOLETA - afrodisíaco, meditação, espiritualidade.
As plantas foram às primeiras formas de vida na Mãe Terra, elas têm uma relação muito forte com o Sol e a Lua. Delas obtêm-se os medicamentos, quer sejam alopáticos ou homeopáticos. Porém algumas delas são chamadas de Plantas Mestras e levam a mente de quem às utilizam a regiões "espirituais", alterando nossa consciência profundamente. Não é a toa que essas plantas recebem o nome de Enteógenos que quer dizer "substâncias reveladoras de Deus”. O uso dessas plantas faz parte da experiência xamânica a milhões de anos. Elas não podem ser confundidas com drogas que causam dependência e coloca em risco a saúde de quem as utilizam. Cada Planta Mestra abriga um Ser. Seres esses que nos ensinam ao entrarmos em contato com eles, mas não é simplesmente ingeri-las para contatar esses seres, é preciso que tenhamos certos princípios para conseguirmos contatá-los. É devido a essa falta de princípio, que muitos dos que as utilizam, não conseguem estabelecer contato e podem até sofrer com alguns problemas mentais, principalmente aqueles que vivem arraigados ao mundo mundano urbano. Há pessoas que procuram utilizar essas plantas, como se utilizassem uma droga qualquer, um produto químico manipulado pelo homem moderno para interferir no funcionamento de nosso cérebro e sistema nervoso central. A utilização dessas drogas termina por provocar um colapso em nosso sistema nervoso e abre as portas de um outro mundo. Mas ao entrarmos nesse novo mundo, podemos pagar um alto preço. Ao entrarmos nesse outro mundo sem uma orientação, ficamos mais perdidos e terminamos por criar diversos tipos de patologias físicas e psíquicas. Vivemos tão cansados no corre-corre da nossa vida diária no meio urbano, que terminamos por procurar um caminho para esquecer os nossos problemas. E assim passamos a utilizar as drogas, querendo "viajar" num barato, que às vezes sai caro, só para ficarmos "livres" do nosso cotidiano. Há uma grande diferença entre drogas e Plantas Mestras, principalmente o uso dessas Plantas fora do contexto xamânico.
No Universo Xamânico, aprendemos que tudo tem o seu lado de luz e sombra, basta termos conhecimentos em que dimensão pretendemos trabalhar. Na luz, as Plantas Mestras são consumidas em rituais, no qual temos que nos abster da carne, do sexo e de outros tabus, de preferência deveríamos jejuar por três dias antes de realizar um ritual com uma Planta, e no qual um xamã guia os presentes no ritual. As Plantas Mestras aumentam a percepção, a acuidade visual e auditiva, e nos levam para outras camadas vibracionais ou dimensões.
Os xamãs sempre utilizaram as Plantas Mestras para se sentirem mais amplos, mais conscientes, indo em busca de visões, mas nunca para fugirem da realidade, mas sim indo além dela, procurando ampliar sua visão. A experiência em si é individual, alguns têm visões, outros canalizam mensagens de outros planos, outros realizam regressões de memórias de outras reencarnações recebem insights, têm a intuição ampliada, recebem cura, encontram entidades, entre tantas outras coisas. O seu uso ritualístico, enfim, nos leva a uma experiência mística maravilhosa. Existe diverso destas plantas, o povo amazônico usam a Ayuhaska, a Coca e o San Pedro, já os Mexicanos usam o Mescal e a Cannabis Sativa, os brasileiros além da ayuhaska, utilizam a Jurema, o Virola conhecido também como Paricá. Alguns Nativos Americanos do Novo México utilizam o Peyote. Ainda existem uma infinidades delas, além dos cogumelos. É muito triste vermos indivíduos fazerem uso de substâncias que destroem as nossas saúde com a intenção de atingir estados de êxtase, estados ilusórios que servem aos que tem preguiça e não querem de fato transcender, mas só saírem de sua rotina. Mais triste ainda é vermos, alguns "xamãs" que realizam wokshop de fim de semana aonde dá uma pincelada sobre o que é xamanismo, sem ir ao fundo na essência xamânica, visando apenas o dinheiro que está entrando na sua conta bancária. Falsos mensageiros existem aos montes e agora também os vemos trabalhando com as Plantas Mestras como se fosse um produto de consumo qualquer. Tenho visto isto ocorrer aqui no Brasil com a utilização da Ayahuasca, no Peru e Equador com o cacto de São Pedro e com outras Plantas Mestras que são utilizadas por determinados grupos de pessoas que pretendem apenas ficar em estado de transe coletivo, querendo fugir da realidade, que terminam voltando após o efeito passar. Essas pessoas estão apenas se iludindo e iludindo os outros ao dizerem que ao utilizarem uma Planta Mestra, passaram a ser xamãs. Puro engano, pois xamã não é uma pessoa que precisa fugir do seu dia.
Ser xamã é ser livre para voar em direção a liberdade utilizando ou não as Plantas Mestras. Xamãs viajam com ajudam de aliados que podem ser os vegetais ou animais, mas também viajam ao som do toque do tambor ou chocalho ou simplesmente no próprio silêncio do Universo.
Saches de ervas
Sache de rosas
120 g de amido de milho
30 g de raiz de lírio Fiorentino em pó
1/4 de colher de chá de canela
60 g de talco
2 gotas de óleo de rosas
Sache de rosas temperadas
60 g de amido de milho
15 g de raiz de lírio florentino
1/4 de colher de chá de canela
30 g de talco
2 gotas de óleo de rosas
Sache para colocar na árvore de inverno
300 g de amido de milho
60 g de goma de benjoim em pó
1 gota de óleo de bergamota
1/2 colher de chá de canela
180 g de talco
1 gota de óleo de pinho
1/4 de colher de chá de noz-moscada
Sache das flores do prado
120 g de amido de milho
30 g de goma em pó de benjoim
15 g de urze
1 gota de óleo de violeta
60 g de talco
15 g de aspérula doce
1 colher de chá de baunilha
Sache inglês
120 g de amido de milho
30 g de raiz de lírio Fiorentino em pó
60 g de talco
1 gota de óleo de lavanda
Sache masculino
Homens normalmente não se interessam por saches e almofadas adocicadas. Esta mistura geralmente recebe sua aprovação. Pequenos saches como estes podem também funcionar como desodorantes para sapatos.
Seque e rale a casca de uma laranja em pedaços grossos. Não deixe que a casca seque muito, ou então será como tentar ralar pedras! Misture com uma colher de sopa de pó de lírio florentino e 15 g de verbena de limão. Insira dentro de saquinhos para sache.
Mistura floral para saches
15 g de resedás ou outras flores de aroma doce
1 colher de sopa de pó de lírio florentino
15 g de pétalas secas de rosas ou peônia
15 g de lavanda
5 gotas de óleo de gerânio rosa
Misture levemente as resedás, as rosas secas e a lavanda. Esparja o pó de lírio florentino e o óleo de gerânio. Misture levemente e insira dentro de pequenos saquinhos de sache.
Ervas Mágicas dos Índios Americanos
Atenção! As informações contidas nesta publicação são apenas educacionais, não apologia ao uso! Como são informações de fácil acesso na rede não me responsabilizo pelo indevido das informações.
Muitas culturas pré-colombianas adotaram o uso de "beberagens" e plantas "mágicas". Para esses povos o uso das plantas era sagrado, pois acreditavam que através da ingestão de ervas alucinógenas poderiam entrar em contato com os Deuses e com os Espíritos Ancestrais. Os rituais eram também um fator de integração coletiva e de evolução espiritual. Ingerindo as plantas "mágicas", os índios acreditavam que podiam receber ou absorver o espírito da planta e, em transe, tinham experiências psíquicas e vivenciavam fenômenos paranormais, tais como a telepatia, a regressão a vidas passadas, contatos com os espíritos dos seus antepassados mortos, presciência e visão à distância. Vários relatos apontam ainda que alguns feiticeiros e xamãs realizavam esses rituais com as ervas "mágicas" para descobrir tipos e origens de moléstias e assim poder saber como tratá-la. Na Amazônia brasileira muitas dessas tradições ainda são mantidas.
As ervas ou plantas, mais difundidas pelos nativos foram (e são):
Ayahuasca ou Yagé - no Brasil e regiões a leste dos Andes. Também conhecido como: Caapi, Natema, Ppinde, Yaje-ahe Malpiguácea Liana, Banistesiopsis Caapi. Esse chá é muito usado em rituais religiosos e por aproximadamente setenta e duas tribos indígenas da amazônia.
O chá é composto basicamente de duas plantas naturais encontradas na floresta Amazônica, o cipó e folhas rubiáceas.
Tradicionalmente o uso da ayahuasca existem em vários países como: Peru, Equador, Colômbia, Bolívia e Brasil.
Aqui no Brasil, ouvimos muito falar desse chá no ritual religioso de Santo Daime, A Barquinha e a União do Vegetal.
Sabe-se que o uso começou entre 1500 e 2000 antes de cristo.
Devido a polêmica que ronda o assunto, muitas pessoas ainda tem muito preconceito, mesmo sem saber ao fundo sobre o que é o chá Ayahuasca, simplesmente se deixam levar pelos comentários alheios.
Modo de Preparo da Ayahuasca: Os métodos de preparo variam muito conforme a tradição de cada tribo, religião e povos.
Há receitas que levam aproximadamente de duzentas á trezentas tipos diferentes de plantas.
No entanto, sabe-se que a mistura mais usada pelos índios é o cipó conhecido como Jagubi ou Mariri e as folhas da chacruna, mas há diversas formas de efetuar a mistura, que tem base em uma planta que contém o DMT, que é a substância psicoativa, e uma outra planta, inibidora da enzima MAO que o corpo produz.
O básico da preparação é a mistura total dos ingredientes, ou fervidas, ou batidas e coadas, formando um líquido de cor amarronsada, que será dada as pessoas para beber.
Em alguns rituais religiosos eles deixam o liquido descançarem por alguns dias para que a mistura fique mais concentrada e decantada.
Efeitos da Ayahuasca: Não há relatos nem dados científicos que indiquem qualquer dano ou risco a saúde física de seus usuários.
O que se sabe é que essa substância pode causar alucinações, momentos de transes psíquicos, o que para os defensores do uso isso não existe.
Eles não aceitam em hipótese alguma que o chá seja alucinógeno,e sim dizem apenas que se alteram um pouco, mas nada que fuja do controle, e apenas entram em momentos de êxtase.
Mas há estudos que confirmam e muitos relatos de usuários, que há uma introspecção com o próprio eu de cada um, fazendo com que a consciência individual seja expandida a niveis ainda desconhecidos por muitos de nós, devido a estimulação da glândula pineal que produz o DMT, a mesma substância da planta que ativa um estágio de quase morte para o corpo.
Na verdade, pouco se sabe sobre essa glândula na medicina, porém os índios sabiam estimulá-la muito bem, e na literatura atual da medicina, somente sabemos que o DMT é criado pelo corpo no momento do nascimento, na puberdade e momentos antes da morte, como uma auto defesa do corpo pelo trauma que o corpo irá sofrer.
Enfim, ainda nos dias de hoje há muitos mistérios em torno do uso do chá da Ayahuasca, que sem dúvida nenhuma, sempre existirão, afinal as receitas dessa mistura nunca são reveladas completamente.
Cactos de San Pedro - na Bolívia e no Peru. O cacto San Pedro (Trichocereus pachanoi) é uma das plantas alucinogénicas mais velhas que se conhece nas Américas.
Este tipo de cactos é original do Equador e Peru, onde ainda cresce nas montanhas de grande altitude.
Este é um cacto de crescimento rápido e possui forte raízes. Na natureza o cacto San Pedro continua a crescer até cair com o seu próprio peso. O cacto caído criará novas raízes e produzirá novos brotos.
O alcalóide activo mais importante presente no cacto San Pedro é a Mescalina. O cacto San Pedro contém um pouco menos de Mescalina que o cacto Peiote (Lophophora williamsii).
As raízes dos cactos são superficiais e muito numerosas, mas o preparo do solo em profundidade de mais de 15 cm é necessário, para garantir uma boa drenagem de águas de chuva ou regas.
Para cultivo em vasos o fundo do recipiente deverá ser preparado com cacos de vasos brita ou manta geotêxtil ( manta de não tecido, usada para filtro de ar, coifas e ar condicionado) para evitar a compactação da terra no furo de drenagem, ocasionando encharcamentos.
Adicione um pouco de areia antes de colocar o substrato.
A mistura a ser colocada deve ter boa drenagem, alguma fertilidade e moderada capacidade de reter água.
A adubação de cobertura poderá ser feita com adubo granulado fórmula NPK com pouco nitrogênio.
Como este nutriente promove o maior crescimento do tecido vegetal, a planta poderá ficar com deficiência de outros nutrientes, ficando débil e sujeita a ataque de fungos e outras doenças. A formulação do tipo 4-14-8 é a melhor e propicia também melhor floração.
Bandejas de semeadura podem ser adquiridas em lojas especializadas ou então use recipientes como bacias plásticas ou caixas de frutas forradas no fundo com furos para drenagem e encha com substrato feito de casca de arroz carbonizada, pó de coco ou substratos adquiridos no comércio.
Semear procurando distribuir as sementes, podendo cobrir com areia peneirada ou deixar sem cobertura nenhuma.
A germinação ocorre entre 30 e 45 dias para a maioria dos gêneros. A melhor época de semeadura para os cactos é no verão.
Evite regar a sementeira. Se colocar a bandeja de cultivo dentro de outra com uma lâmina de água esta subirá por capilaridade não sendo necessário molhar.
Para que isto ocorra, a altura do substrato da sementeira deverá ser pequena.
Para uma mistura de pó de coco e areia, 5 até 6 cm, diminuindo para 4 se o substrato for areia pura.
Parece estranho manter esta umidade, mas as plântulas dos cactos não têm tecidos para armazenar água como nas plantas já desenvolvidas.
Não deixar a bandeja mergulhada na água, retirando após alguns minutos, evitando assim a proliferação de fungos.
Uma bandeja assim umedecida mas não encharcada poderá manter-se por muito tempo sem outras regas.
A observação da umidade do substrato, portanto, é fundamental.
Esta bandeja de sementes poderá ir para uma estufa ou para quem se inicia na prática, uma cobertura com plástico para manter a umidade.
Após a emergência das plântulas, retirar esta cobertura e manter a bandeja em local ventilado, mas à sombra.
Uma coisa importante: não semear espécies diferentes juntas e marcar o recipiente com o nome da planta.
Iluminação no cultivo dos cactos
Para ver as pequenas mudinhas crescerem, é preciso ir colocando na luz a cada dia mais.
No Brasil a exposição leste é a melhor, pois o sol ainda não está muito forte e assim inicia a aclimatação das plantas ao sol.
Quando estiverem crescidas, já envasadas ou em canteiros, a luz direta do sol é absolutamente necessária e poderão então ficar expostas ao sol o dia inteiro.
Temperatura no cultivo dos cactos
Os cactos apreciam altas temperaturas então sabemos que em regiões de invernos muito frios e úmidos a planta terá problemas.
Como já foi comentado, a amplitude térmica não afeta estas plantas, com calor de dia e frio de noite, como nas condições de desertos.O cacto San Pedro pertence ao famoso gênero Echinopsis(antig. Trichocereus), gênero que agrupa os principais cactos sagrados Sul-americanos, geralmente colunares e com espinhos. Maioria dos cactos desse gênero são chamados popularmente de San Pedro (São Pedro), contudo o E. peruvianus é chamado de Wachuma ou Atorcha Peruana em seu país de origem, o Peru. Reprodução dos cactos por sementes
Os cactos desenvolvem-se em geral em solos arenosos, pedregosos e secos.Para a reprodução de seu solo de origem deveremos usar substratos que não retenham água, como areia, cascalho, cascas de árvores decompostas e composto orgânico de folhagens junto com o solo mineral comum de cultivo.
Ipadu - entre algumas tribos indígenas do Brasil, Bolívia, Colômbia, Peru e Venezuela.
Com a chegada dos espanhóis o consumo se estendeu por toda a zona dos Andes porque a coca diminuía o apetite e aumentava o rendimento de trabalho dos índios. Desta maneira, a coca foi perdendo seu caráter religiosos e mágico. Os índios sempre cultivaram pequenas roças de Ipadu para o consumo próprio. Diariamente colhiam as folhas e as secavam em uma espécie de forno, depois as maceravam e o pó resultante era misturado com cinzas de folhas secas de Embaúba (Cecropria sp.) pulverizadas.
O produto final era tomado oralmente depois de misturado com algum tipo de bebida liquida. O ritual dos índios Hupda, por exemplo, consistia em tomar a poção antes de se reunirem no que eles chamavam de "roda dos homens", quando a beberagem começava a surtir efeito os índios iniciavam as discussões do dia sobre os problemas da tribo e esperavam poder solucioná-los com a ajuda dos espíritos que invocavam através da ingestão do Ipadu. Podemos observar claramente que o Ipadu tinha também, e ainda tem, um importante papel na socialização. Estima-se que existem mais de 200 espécimes de Erythroxylum Coca e que apenas 17 delas podem ser usadas para produzir cocaína. Quinze desses 17 tipos contém muito baixos níveis do alcalóide ativo, a cocaína, e são cultivados na América do Sul, ao norte da Colômbia, na Bolívia e no Peru, e no Brasil.
Jurema - na caatinga nordestina (Brasil). A Jurema (Mimosa hostilis), também conhecida como "Jurema-preta" é uma planta nativa das regiões semi-áridas do Brasil. É uma árvore que chega a ter de 4 à 6 metros de altura, tronco ereto, castanho-vermelhada,com presença de espinhos curtos.
Algumas tribos indígenas brasileiras (especialmente as tribos do interior da Bahia, Pernambuco e Paraíba, isto é, do Sertão brasileiro) tem usado a Jurema em seus rituais sagrados. Eles bebem uma poção feita com as raízes da Jurema, cujo principio ativo é o DMT, e essa bebida é preparada com aguardente (um destilado feito de cana de açúcar) e alho.
Os índios se reúnem sentam em torno da Jurema e depois de ingerir a bebida entram em "transe", um estado alterado da consciência. Os nativos acreditam que ao entrarem em "transe" a via para a comunicação com os deuses que lhes transmitirão a magia da cura e as respostas para todos os seus questionamentos, serão abertos.
Peyolt ou Peyote - no México e EUA. O Peyote (Lophophora Williamsii), também conhecido como peyotl e jículi, é um cacto de forma esférica e de raiz longa e cônica. É comumente encontrado nos altiplanos do México e também nos Estados Unidos.
Esse cacto era usado tradicionalmente nos rituais religiosos dos índios mexicanos e seu consumo estava intimamente relacionado às praticas religiosas. Diz-se que os primeiros a usarem o Peyote foram os índios Huicholes e os Tarahumaras que, assim como algumas outras tribos mexicanas, o elevaram a categoria de Deus nomeando-o de "Jículi". O mais antigo pedaço de Peyote seco foi encontrado no Texas e foi datado como tendo aproximadamente 7000 anos. Posteriormente, a pratica da ingestão do Peyote foi difundida entre os índios das planícies norte americanas. O cacto era comido seco ou ingerido como chá.
A substância ativa do Peyote é a Mescalina que possui propriedades enteogêneas, produz uma grande sensação de alegria e também aplaca a fome e a sede. Seus principais efeitos são: a liberação da ansiedade e uma sensação de unidade com o "todo" e com o próximo. O consumo do Peyote nos rituais sagrados permitia que os índios "contemplassem o outro mundo" e que entrassem em contato com os seres divinos ou com os ancestrais. Eles tinham visões sobre seus questionamentos e as respostas para os mesmos.
Os índios ainda acreditavam que o Peyote era uma dádiva do criador, uma via de comunicação direta com o "Grande Espírito". Chacrona ou Rainha.Cogumelos alucinógenos - Em toda América. As drogas alucinógenas são aquelas que afetam diretamente no cérebro e os sentidos, o que causa alucinações e delírios, fazendo com que a pessoa veja, escute, cheire ou até mesmo tente tocar coisas que não existem. Grande parte das drogas alucinógenas vem da natureza, principalmente das plantas e cogumelos. Essas plantas já foram descobertas a muito tempo, na antiguidade e os usuários as consideravam plantas divinas devido aos efeitos causados. E, até hoje algumas culturas indígenas de vários países usam essas plantas de modo religioso, ainda levando em consideração seus efeitos.
Existem quatro gêneros de cogumelos alucinógenos: Psilocibe, Panaeolus, Capelandia e Amanita. No Brasil são encontrados dois gêneros que são o Psilocibe e também o Panaeolus, porém o tipo mais conhecido é o do gênero da Amanita e em especial a Amanita muscaria. Eles são coloridos e tem efeito semelhante a droga LSD, porém mais brando e de duração mais curta.
As drogas alucinógenas causam muitos efeitos, no entanto não são fáceis de prever, pois os efeitos diferem de pessoa pra pessoa . Os efeitos começam em cerca de uma hora após ter usado a droga e acaba ficando mais forte após três ou quatro horas e pode durar até 12 horas após o uso. Entre os efeitos estão no som e na visão, como ver cores muito brilhantes e também ouvir sons bastante agudos, algumas pessoas até se confundem vendo sons e ouvindo cores, pois os sentidos se atrapalham, o tempo também passa bem devagar, mudanças emocionais, cansaço, náuseas ou vômitos, problemas de coordenação, o humor também varia com altos e baixos.
Existem também as viagens más, mais conhecidas como “bad trips”. Algumas vezes os efeitos dos alucinógenos são negativos como: medo, angustia, pânico, alucinações que causam desespero na pessoa e também o medo de perder o controle e ficar louco.
Não existe ainda nenhuma evidência que alucinógenos causam dependência. Isso talvez se deve ao fato de que se uma pessoa vier a usar todo dia um alucinógeno não se terá mais o mesmo efeito, mas sim depois de no mínimo uma semana de intervalo. Existe grande risco de acidentes com pessoas que usam alucinógenos pelo fato dos sentidos se atrapalharem. Há também um grande risco com quem mistura alucinógenos com álcool ou anfetaminas, pois o efeito pode aumentar muito. A ingestão de cogumelos errados pode causar intoxicações e até serem fatais.
Chacrona Viridis - O principio ativo da Chacrona é o N-dimetill-triptamina (DMT). A Chacrona, também conhecida no Brasil como Rainha, pertence à família das Rubiáceas, assim como o Café. Suas folhas, por terem grandes quantidades de DMT, são utilizadas para o feitio da Ayahuasca.
Mescalina - A Mescalina é uma substância alucinógena e o principio ativo do Peyote, do cacto de San Pedro e de alguns tipos de cogumelos. Para obtê-la basta cortar o cacto e secá-lo. Depois de seco, transformamos em um pó que pode ter colorações do branco até o marrom. Tradicionalmente era utilizada pelos índios como chá. A dose mínima de Mescalina deve ser equivalente a 100 gramas. Uma dose capaz de criar visões alucinógenas deve ter, pelo menos, 27 gramas de Peyote ou cacto de San Pedro seco, o que equivale a 300 mg de Mescalina. A Mescalina produz os mesmos efeitos que o moderno LSD.
Harmaline e Harmala - Harmaline e harmala são alcalóides de princípios ativos idênticos e que podem criar alucinações a partir de doses de 300 mg. Ambas contêm beta-carbolinas e tem sido usada por seus efeitos psicoativos. São encontrados no Peganun harmala (Syrian rue) assim como no cipó Banistesiopsis caapi ou Yaje-ahe Malpiguácea Liana, da Amazônia.
As plantas que contém harmala e harmaline podem ser tomadas sozinhas, isto é, sem adição de outra planta e produzem efeitos psicológicos e alucinógenos que podem durar até duas horas. As bebidas contendo ambos o DMT e os alcalóides harmala agem mais rapidamente e produzem efeitos alucinógenos visuais de maior impacto.
Syrian Rue ou Peganun harmala - Conhecida desde a Antigüidade, a Syrian Rue pertence à família dos Zygophyllaceae. Embora seja nativa da Ásia Central e Síria, também é encontrada na Europa e África, Ásia Menor e Tibete. Possui sementes marrons e amargas que contém beta-carbolinas de idêntico valor as encontradas nos cipós de Banistesiopsis Caapi.
A Syrian Rue era empregada na medicina popular pelos turcos e persas. Os egípcios a usavam para preparam o que chamavam de "Poções do Amor. Alguns estudiosos afirmam que a Peganun Harmala é a” Haoma “ou” Soma “dos antigos persas e dos Hindus”.
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